| Mudança
de paradigma |
| Foto
de Gouram Tsibakhashvili |
O crânio
de 1,75 milhões de anos à esquerda — recentemente descobertos
na república da Geórgia — está obrigando os cientistas
a repensar as primeiras grandes migrações da humanidade.
A maioria dos paleoantropólogos acreditavam havia tempo que os primeiros
humanos a deixar a África pareciam com alguém como o garoto
de Nariokotome (projetado à direita), um exemplar africano do Homo
erectus. O novo crânio da Geórgia parece muito mais primitivo.
Ele tem a caixa craniana estreita, o nariz pequeno e a testa curta e grandes
dentes caninos – traços que lhe conferem a aparência de um
ancestral mais distante do homem, mais próximo dos chipanzés,
como o Homo habilis. |