Biossíntese da lisina,
metionina e treonina

Em bactérias, o aspartato é o precursor da lisina, metionina e treonina. A biossíntese desses aminoácidos começa com a fosforilação do aspartato catalizada pela aspartocinase. Cada uma das vias é independentemente controlada via três isoenzimas da aspartocinase que respondem diferentemente aos três aminoácidos. A via para a formação da treonina é controlada em de duas formas: a presença de treonina resulta na repressão da síntese da aspartocinase I, ou seja, a treonina funciona como um correpressor, e este aminoácido também controla sua via de síntese através de inibição por feedback, o produto inibe a síntese. A aspartocinase II não tem inibição por feedback mas a metionina inibe a síntese desta enzima e a acilação da homosserina, que dirige a via para a síntese de metionina. A aspartocinase III tem a lisina como correpressora e também como inibidora por feedback. A lisina inibe a formação do dihidropicolinato, que dirige a via para a formação de lisina.


Síntese da treonina e da lisina: A síntese da treonina começa com uma redução usando NADPH+H, produzindo homoserina. Esta é fosforilada e se converte em treonina. A síntese da lisina envolve a adição do piruvato ao aspartato semialdeído, o uso de um intermediário de CoA e a adição de um grupo amino do glutamato.




Síntese da metionina: Este aminoácido é sintetizado a partir do oxaloacetato. A Succinyl-CoA participa e a cisteína doa um grupo sulfúrico para a molécula. O oxaloacetato é primeiro convertido em homoserina. Esta então, após a ligação ao grupo sulfúrico é metilada, formando a metionina.